DANCE BAILARINA DANCE PELA CNB NO TEATRO CAMÕES
ARTE-FACTOS
Maria Palma Teixeira

Luzes ainda acesas, as cadeiras dos músicos vazias e os músicos sentados no balcão do auditório. Porquê? Por que não? Os panos ainda não levantaram, mas a Circular Ensemble dá início ao espectáculo, convidando o público a fazer parte dele: os músicos descem a escadaria em direcção ao palco, dois a dois, pedindo que o público lhes segure nas pautas, à falta de estantes.
Sobem-se os panos e uma estrutura que relembra imagens de Escher está no centro do palco – sobre ela centrar-se-á todo o espectáculo: uma confusão de bailarinos ora sobem ora descem as escadas, como se de uma imagem animada se tratasse. Uns mais apressados, outros mais atrasados, todos juntos, figuras desnorteadas em constante movimento. (...) Iphones em palco? Porquê? E por que não?

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DANCE BAILARINA DANCE PELA CNB NO TEATRO CAMÕES
2013-05-01 |
 Luzes ainda acesas, as cadeiras dos músicos vazias e os músicos sentados no balcão do auditório. Porquê? Por que não? |
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ANATOMIA DE UM MOVIMENTO
2012-10-26 |

Anne Teresa de Keersmaeker reencontra a CNB para um programa que revela a força interior do seu movimento intraduzível em palavras. Estreia hoje no Teatro Camões.
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ANNE TERESA DE KEERSMAEKER PELA CNB
2012-10-20 |
 "A dança é uma linguagem e, tal como no amor, as mais belas declarações são ditas através do corpo." |
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DU DON DE SOI: A MELHOR OBRA DE DANÇA DE 2011 [Público / Ípsilon]
2011-12-16 |

Du Don de Soi, uma encomenda da CNB ao coreógrafo Paulo Ribeiro, foi considerada pelos críticos do Ípsilon, do jornal Público, a melhor obra de dança de 2011.
Entre as dez primeiras destacam-se, ainda, duas outras apresentadas na programação do Teatro Camões: Gold de Rui Lopes Graça, para a Companhia Nacional de Canto e Dança de Moçambique e Les Corbeaux de Josef Nadj, integrado no 28º Festival Internacional de Teatro de Almada.
“(…) Também houve uma surpresa, e dentro de uma instituição: “Du Don de Soi”, criação de Paulo Ribeiro para a Companhia Nacional de Bailado, foi o objecto inesperado que chegou ao primeiro lugar da lista dos críticos deste suplemento, quando passam 20 anos sobre a ‘fundação’ do movimento Nova Dança Portuguesa. (…)”
João Bonifácio · in Público Ípsilon
fotografia · Daniel Rocha Ípsilon · Jornal Público 16·12·2011
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