«ROMEU E JULIETA» NO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
A Companhia Nacional de Bailado volta a dançar em Dezembro, "Romeu e Julieta" no Teatro Nacional de São Carlos, com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa sob a direcção de Joana Carneiro.
Nos dias 29 e 30 de Dezembro apresenta-se no Teatro Municipal de Almada.
Esta versão de "Romeu e Julieta", coreografada pelo sul-africano John Cranko para o Teatro alla Scala de Milão em 1958, foi estreada pela Companhia Nacional de Bailado no ano de 2001 e é, ainda hoje, uma das versões coreográficas de referência.
Texto DN CARTAZ Fotografia António Júlio Duarte / CNB
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TIME OUT · A NOSSA ESCOLHA
2011-12-14 |

A escolha da Time Out: «A maior história de amor de todos os tempos através dos movimentos da Companhia Nacional de Bailado».
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ROMEU E JULIETA UM AMOR SOB A BATUTA DE JOANA CARNEIRO
2011-12-09 |

A Companhia Nacional de Bailado repõe a mítica peça de Shakespeare. Desta vez com orquestra e maestrina [...].
Texto Maria Catarina Nunes Imagem Patrícia de Melo Moreira
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«ROMEU E JULIETA» NO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS
2011-12-02 |

Depois da reposição em Março de 2011, a CNB volta a dançar em Dezembro, "Romeu e Julieta" no Teatro Nacional de São Carlos, com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa sob a direcção de Joana Carneiro. Nos dias 29 e 30 de Dezembro apresenta-se no Teatro Municipal de Almada.
Texto DN CARTAZ Fotografia António Júlio Duarte / CNB
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DANÇA: TRÁGICO DESTINO DE "ROMEU E JULIETA" NO SÃO CARLOS PELA CNB EM DEZEMBRO
2011-11-27 |

Lisboa, 27 nov (Lusa) - O trágico destino de "Romeu e Julieta", numa coreografia de John Cranko que tem resistido ao tempo, regressa em dezembro a Lisboa, desta vez ao Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), interpretada pela Companhia Nacional de Bailado (CNB).
Texto Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico -
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«A UNIÃO QUE FAZ A FORÇA TAMBÉM FAZ A BELEZA»
2011-11-05 |

A abertura da nova temporada da CNB evidenciou o benefício de associar contextos artísticos e institucionais muito diferentes. Du Don de Soi emerge do triângulo criado pela CNB, o festival Temp's d'Images e o coreógrafo Paulo Ribeiro, a quem coube o desafio de criar uma dança inspirada na obra do realizador Andrei Tarkovsky.
O coreógrafo fez um trabalho lindíssimo, marcado pela sua assinatura inconfundível mas também iluminado pela viagem a um território desconhecido, que adicionou, à sua identidade profissional madura, algo novo e muito atraente. A companhia ficou com a obra-prima e deu aos 32 bailarinos o exercício de uma linguagem versátil, porventura desestabilizadora, que convoca os diferentes talentos da dança mais formal e acrobática, da dança mais visceral e orgânica, da dança improvisada ou mais ritualista. O festival, por seu lado, inaugurou com uma das melhores peças do ano.
Texto Paula Varanda Fotografia Daniel Rocha
Público · 05/11/2011 p. 12
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