Para Luísa Taveira, directora da Companhia Nacional de Dança, não há melhor forma de celebrar o Dia Mundial da Dança (que se assinala amanhã) do que no palco.
Por isso, convidou um músico e nove coreógrafos de topo para criarem para a CNB. O espectáculo 'Uma coisa em forma de assim' estreia-se hoje no Teatro Camões, em Lisboa, e é um encontro inédito e arriscado entre diferentes formas de pensar a dança.
E para o público é uma oportunidade de fazer uma pequena viagem pela dança portuguesa contemporânea.
Luísa Taveira, a directora artística da Companhia Nacional de Bailado (CNB), tem razão quando diz que Olga Roriz é a coreógrafa que melhor conhece a CNB.
Ver "A Sagração da Primavera" é encontrar nos corpos destes bailarinos a força com que, há algumas temporadas, enfrentaram (é este o termo adequado) Treze gestos de um corpo (2007) e Isolda (2009), dois exemplos de coreografias que Roriz remontou para a companhia, depois de terem sido criadas para o Ballet Gulbenkian.
GESTO CONTÍNUO é como se chama o desafio que a Companhia Nacional de Bailado lança aos profissionais que pretendem evoluir na area da coreografia. Este ano são 4 bailarinos da companhia a abraçar este desafio e a coreografar os seus colegas.
“Sagração da Primavera” é o bailado que a Companhia Nacional de Bailado faz subir ao palco. Portugal tem 90 mil doentes de Alzheimer e associação vai abrir novas unidades de apoio.
Mais de 600 pessoas assistiram ao ensaio geral de "La Valse" (curta-metragem de João Botelho) e "A Sagração da Primavera" (coreografia de Olga Roriz), pela Companhia Nacional de Bailado. Todos os fundos reverteram para a Alzheimer Portugal.