Luísa Taveira: a nova directora artística da CNB
HARDMUSICA
 (...) À questão sobre que tipo de identidade espera criar na CNB, Luísa Taveira respondeu que "o carisma e a personalidade de uma companhia não se faz num dia". Considera que "tem de estar em consonância com os tempos em que vivemos" e, essencialmente, "gostaria que fosse um orgulho nacional". Quanto ao perfil do público para a companhia, diz não estar preocupada com uma definição: "Quero ter todos os tipos de público, dos mais novos aos mais velhos".Também pretende colocar os bailarinos nas instalações da Rua Vítor Cordon, e deixar o Teatro Camões para os ensaios mais próximos das datas dos espectáculos. O espaço vai estar disponível para uma programação "paralela" e para acolhimento de outros artistas, "que venham apresentar um trabalho artisticamente de qualidade". Quanto ao orçamento para a programação em geral ainda não está definido, mas Luisa Taveira não espera que vá além do que a CNB recebeu no último ano, "entre os 600 e os 700 mil euros, o que é pouquinho". Mas, apesar dos constrangimentos financeiros num quadro de crise económica do país, considera que "o país não pode parar" e, por outro lado, pretende "trabalhar muito próximo dos mecenas" da CNB com o objetivo de conseguir "um apoio suplementar".(...) Notícia via: HARDMUSICA Foto Rodrigo de Souza
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