O Teatro Camões foi construído entre 1997 e 1998, englobado no projecto EXPO'98.

Integrou a EXPO'98, hoje "Parque das Nações", e confronta-se com dois edifícios de forte volumetria: o Museu da Ciência e o Oceanário.

A sua composição figurativa é simples e dá continuidade aos materiais do Espaço Público, o que é visível no arranjo exterior junto ao passeio ribeirinho.

Da autoria do Gabinete de Arquitectura Risco, sob a direcção do Arquitecto Manuel Salgado, este edifício tem uma presença forte e simbólica nesta zona da cidade dedicada ao lazer e à fruição dos espaços livres.

Debruçado sobre o Tejo, o Teatro desfruta de uma vista magnífica ao longo do Passeio do Neptuno e da frescura do Jardim da Água, que lhe fica ao lado.

HISTORIAL







Após a EXPO’98, foi realizado o projecto de ampliação do edifício do Teatro, por forma a dotá-lo de condições para a instalação da sede da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

O Teatro Luís de Camões, inicialmente integrado no Instituto Português das Artes e Espectáculo ( IPAE) enquanto unidade de extensão artística, foi, nos termos e para os efeitos do disposto no Decreto – Lei  nº 354/99, de 3 de Setembro, integrado no Teatro Nacional de São Carlos enquanto unidade de extensão artística para utilização da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

O Decreto - Lei nº 88/98, de 2 de Abril, define as unidades de extensão artística como “unidades de produção cultural de carácter artístico e técnico onde se produzem, realizam ou acolhem espectáculos de teatro, música e dança e se programam actividades complementares no domínio artístico e cultural”.








Em 2002 a Companhia Nacional de Bailado assume a programação e gestão do Teatro.

Por Despacho nº 7721/2002, de 13 de Março de 2002, o então Ministro da Cultura, Sr. Dr. Augusto Santos Silva, realizou a transição das responsabilidades jurídicas e financeiras referentes ao Teatro Luís de Camões, do Teatro Nacional de São Carlos para a Companhia Nacional de Bailado, ficando esta última autorizada a assumir, a partir dessa data, a programação e gestão do Teatro Luís de Camões, considerando que a CNB não dispunha de um espaço próprio para apresentação das suas produções.







Em 2003 a Companhia Nacional de Bailado integra definitivamente a gestão do Teatro

Nos termos do Decreto - Lei nº 61/2003, de 2 de Abril, o Teatro Luís de Camões foi integrado na Companhia Nacional de Bailado, tendo em vista a produção e a apresentação dos espectáculos da sua programação, em virtude desta não dispor de um espaço próprio para o efeito, o que vinha a prejudicar a adequada prossecução das suas atribuições pela dependência de espaços de outras estruturas culturais. A partir desta data compete-lhe realizar a  sua gestão, promovendo a sua utilização, a título oneroso ou gratuito, por outras entidades, publicas ou privadas, nos períodos em que não o esteja a utilizar.






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